O objetivo primordial aqui é incentivar as crianças a se interarem com o mundo da leitura e da escrita. É o de valorizar o que produzem e como produzem. É promover a interação do aluno, da família e dos amigos em favor da alfabetização e letramento.
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sexta-feira, 28 de outubro de 2016
SE ASSIM FOSSE...
Deveria estar nas portas da sala de aula, na mente de cada um dos envolvidos na educação de crianças. Quantas borboletas mais felizes voando por aí...
sábado, 30 de julho de 2016
sexta-feira, 29 de julho de 2016
VOCÊ SE LEMBRA?
Crédito na imagem
Um livro na
infância que marcou a sua vida
Você se
lembra daquele livro que fez você gostar de ler e procurar por outros e mais
outros livros?
Foi o
livro que um familiar lhe presenteou?
Ou foi
aquele que o seu professor leu e você sentiu vontade de pegar, cheirar, ver e
fazer dele o seu livro?
Ah, já sei!
Foi aquele que você folheou na biblioteca, na livraria, na feira de livro e
logo que pode pediu-o de presente?
Oh!...Você
não se lembra?
...
Para que a
criança de hoje, possa amanhã ter boas lembranças de sua infância, tendo
o livro como ferramenta eficaz para seu desenvolvimento pessoal e intelectual, são
necessárias ações conscientes dos adultos de hoje responsáveis por estas
lembranças futuras.
Joyce Pianchão
quinta-feira, 14 de julho de 2016
domingo, 3 de julho de 2016
VALE UMA REFLEXÃO
Numa destas minhas caminhadas matinais, na Avenida
Andradas, em Belo Horizonte, eu seguia em passos rápidos enquanto os olhos
observavam pai e filho.
Pai jovem, acompanhava a aventura do seu filho
pequeno, com seus quatro ou cinco anos, na sua primeira bicicleta, assim
parecia ser. Dava para sentir a alegria e ansiedade do pai, que dava algumas
orientações ao filho, que de repente para, olha para seu pai e diz alto: Pai, dá para parar de falar?
O pai nada disse e seguiu ao lado do filho.
Por coincidência de cenas, em outro dia, no
mesmo lugar das minhas caminhadas, recordei a cena anterior, mas agora ali,
naquele instante, eu via um avô, muito bem disposto, que acompanhava seu neto,
também pequeno, em sua primeira bicicleta. O avô, ao contrário do pai, estava
muito a vontade.Tanto que se aventurou a dar uma corridinha e se distanciou um
pouco do neto, que seguia atrás, com dificuldade em manter-se na bicicleta.
De
repente, ele, o neto, perde o controle e cai no chão. Chama pelo avô. Até que
este lhe escute, ele já havia se levantado e muito indignado diz ao avô: Eu caí, vô! E você nem viu! E o avô
sorrindo, tranquilo respondeu: Tudo bem!
Você se levantou. Então vamos continuar a caminhada.
Desta vez, porém, o neto se colocou à frente do
avô. De vez enquando,olhava para traz
para ter certeza se ele o seguia.
Joyce Pianchão
domingo, 22 de maio de 2016
É BOM LEMBRAR...
É bom lembrar aos que um dia foram crianças
Que infância é
Brincar
Correr,
Pular,
Cair e levantar...
Sorrir e chorar...
Que infância é
Descobrir pegando, cheirando,
Saboreando e caminhando livre e solto...
Que na infância
Criança aprende com criança,
Com bicho, com pedrinhas,
Com terra, com o vento,
Sol e água...
E mais!
É preciso alertar aos adultos que
Que criança faz mais do que brincar
Pois ensinam que o verdadeiro aprender
Está na liberdade de ser
De ver, e de crer
Que a vida não exige pressa.
Joyce Pianchão
domingo, 15 de maio de 2016
ENSINAR OU APRENDER?
Os adultos precisam deixar de
lado esta mania de querer ensinar tudo para as crianças.
Elas têm muito mais a ensinar do
que aprender. O que deviam fazer é dar voz a elas.
Na escola, as crianças mais
escutam do que falam.
As justificativas são muitas e repetidas por nós professores por
anos e anos. Mas desde quando estávamos lá na faculdade já escutávamos nos
dizer repetidamente que as crianças pensam, entendem, sentem e sabem se expressar.
Será que temos receio de escutá-las?
Convido aos interessados para uma reflexão:
Criança tem preconceito?
Criança deixa de brincar com o coleguinha por que ele é
pobre ou mais rico do que ele?
Criança se afasta de outra por apresentar diferenças físicas
ou comportamentais?
Criança se agrupa por crenças religiosas ou políticas?
Penso que logicamente você respondeu negativamente aos
questionamentos feitos e com certeza já entendeu o objetivo delas.
Então, cabe a nós, pais, mães e professores, pararmos e
pensarmos o que estamos fazendo pelas nossas crianças.
E mais, o que elas podem nos ensinar!
Não vale reclamar depois dos adultos em que elas se tornarão.
Joyce Pianchão
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